Quanto será que existe de mim ainda neste espaço?
Quanto tepo será que ainda me resta do inevitável?
Será que meu ego vai superar, minhas idas e vindas?
Ou será que meu interior é assim tão indomável!!!!
Apenas acho que eu não consigo dominar
Este espaço de tempo que procuro examinar
Nunca se acha-o quando o podemos ter
Mas vou vivendo a vida, sem ter muito o que esperar,
O futuro nunca vem, e o que veio já se foi
E na rota da verdade que eu sei como ficou
os caminhos que a vida me fez por eles andar
Me levaram para frente de algo que me espelhou
Um mistério, após o outro e não se sabe o porque
Eu percebo que lá dentro do meu ser quero entender
Mas a vida é muito curta e machuca pra valer
Tenho coisas escondidas e prefiro não saber
Pois a sabedoria é a integração do homem
Mas a inteligencia se opõe a todo instante
É mais fácil disfaçar, do que cotrrer o risco
De falar com certeza daquilo que intratante
Sabe-se lá quanto tempo ainda nos resta
Sabe-se lá o que é meu de verdade
O meu eu ser vive esperando
Mas não deixa a vaidade,
Se neste mundo tudo é palpável
Porque tantos não tem a visão
De que só ter nada significa
E o SER é o X da questão,
Eu só sei que sou assim de um jeito pueril
Eu que vivo nesse mundo onde nada é pra sempre
Me revejo cinderela, num espaço da minha mente
Mas sei que a realidade em mim é inerente
No mesmo tempo que abro meu espaço para vida
me encontro bem lá no fundo contornando uma saída
Hoje estou aqui, numa terra que é tocavel,
Mas amanhã quem sabe, voltarei pra Deus renascida!!!!!
Nenhum comentário:
Postar um comentário